Gestão Sinais Sintomas

Gestão Sinais Sintomas

PROJETOS DA UCP EM CURSO:

DESCRIÇÃO DO PROJETO

OBJETIVOS

> Desenvolver conhecimento no processo diagnóstico de enfermagem, no âmbito da eliminação urinária.

A relevância do estudo para a Enfermagem, prende-se com o desenvolvimento de conhecimento e práticas que permita ao enfermeiro ter uma maior eficácia no processo diagnóstico no domínio dos compromissos corporais no âmbito da eliminação urinária. Nomeadamente a utilização/criação de instrumentos que permitam a sistematização e objetividade no processo diagnóstico de enfermagem.

A incontinência urinária (IU) manifesta-se pela perda involuntária de urina (Abrams et al 2002; King & Pilcher, 2008), sendo um problema que afeta um largo número de homens e mulheres de todas as idades. Entre a população envelhecida, esta condição aumenta a probabilidade de internamento hospitalar em 33% nas mulheres e 50% nos homens (Dingwall & McLafferty, 2006). Estudos reportam que a incontinência urinária surge associada a co-morbilidades como as demências, as doenças cerebrovasculares, a doença de Parkinson, os tumores e a paraplegia (Hagllund, 2010; Roe et al, 2010) potenciando-se desta forma o efeito deletério na qualidade de vida dos indivíduos, que se traduz por alterações no domínio psicológico, social, físico, económico e sexual (Chiverton et al 1996; Silva, 2002; Tamanini et al 2004; Norton & Brubaker, 2006).

Desta forma a IU representa uma ameaça à autoestima dos indivíduos sendo um fator de isolamento social e depressão (Tamanini et al 2004). Por este facto, e ainda pela aceitação desta condição de doença como uma alteração comum do processo de envelhecimento, a IU é subvalorizada pelos indivíduos. Estudos demonstram que apenas 15% dos doentes pedem ajuda especializada (Peters et al 2004; King & Pilcher, 2008).

A Associação Portuguesa de Urologia revela que, estudos realizados na população portuguesa apontam para a existência de 600 mil incontinentes nos diferentes segmentos etários. Na faixa etária 45 - 65 anos a proporção de casos de incontinência urinária é de 3 mulheres para cada homem e 50% das pessoas institucionalizadas sofrem de incontinência urinária sendo que apenas 10% da população faz tratamento medicamentoso (Associação Portuguesa de Urologia, 2012).

Tendo em conta os dados epidemiológicos mencionados, conclui-se que a IU é um distúrbio urológico que deve ser valorizado pelos profissionais de saúde, nomeadamente os enfermeiros. Dingwall & McLafferty (2006) referem que na prática clinica da enfermagem verifica-se a utilização de estratégias para resolução da incontinência, em vez da promoção da continência. Algumas das condicionantes dificultadoras verificadas pelos mesmos autores são: a falta de instrumentos focalizados nesta área e a falta de conhecimento sobre estratégias promotoras da continência urinária. Neste domínio, as questões da incontinência urinária podem ser abordadas quer numa perspetiva da prevenção da sua ocorrência quer numa perspetiva de reabilitação do indivíduo, para o autocontrolo da eliminação urinária. No entanto, isto só é possível se o processo diagnóstico for oportuno e diferencial.

METODOLOGIA

Estudo de perfil metodológico.

RESULTADOS ESPERADOS

Pretendemos contribuir para a sistematização de práticas de enfermagem na abordagem dos compromissos corporais no âmbito da eliminação urinária.

EQUIPA

Investigador principal:

- Nilza Nogueira (nilza@esenf.pt)

Investigadores:

- Carla Maria Cerqueira da Silva

- Cristina Freitas de Carvalho Sousa Pinto

- José Luís Nunes Ramos

- Leonor Olímpia Lopes Sousa Morais Teixeira





DESCRIÇÃO DO PROJETO

Este projeto de investigação foca-se em três áreas interrelacionadas: as necessidades dos pacientes quando perante situações de doença oncológica; as barreiras percebidas que dificultam o processo de cuidado; os níveis de literacia desses pacientes.
O projeto irá responder à questão de investigação: "Quais os pilares em que deve ser construído um programa de Patient Navigation como forma de satisfazer adequadamente as necessidades dos pacientes com cancro do estômago?"


OBJETIVOS
  • Identificar as necessidades de pessoas com cancro do estômago;
  • Identificar as barreiras de cuidado de pessoas com cancro do estômago;
  • Identificar os níveis de literacia de pessoas com cancro de estômago;
  • Identificar as relações entre as necessidades, as barreiras e os níveis de literacia de pessoas com cancro do estômago;
  • Identificar as relações entre as variáveis pessoais, as necessidades, as barreiras e o nível de literacia de pessoas com cancro de estômago.


EQUIPA
Investigador principal:
- Paulo Marques (paulomarques@esenf.pt)

Investigadores:
- Paulo Machado (UNIESEP)
- Jorge Freitas (IPO Porto)

Mais informações sobre o projeto: NuNStoP Project
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